{"id":9233,"date":"2024-05-20T07:07:00","date_gmt":"2024-05-20T05:07:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.grupotordesillas.net\/blog\/10-mitos-e-verdades-sobre-a-hipertensao-ufmt\/"},"modified":"2024-05-20T07:07:00","modified_gmt":"2024-05-20T05:07:00","slug":"10-mitos-e-verdades-sobre-a-hipertensao-ufmt","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.grupotordesillas.net\/pt\/blog\/10-mitos-e-verdades-sobre-a-hipertensao-ufmt\/","title":{"rendered":"10 Mitos e Verdades sobre a Hipertens\u00e3o &#8211; UFMT"},"content":{"rendered":"\n<figure class=\"wp-block-image size-full\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"574\" src=\"https:\/\/www.grupotordesillas.net\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/10-mitos-verdades-sobre-a-hipertensao-ufmt.jpg\" alt=\"10 Mitos e Verdades sobre a Hipertens\u00e3o - UFMT\" class=\"wp-image-9231\"\/><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Mundialmente a hipertens\u00e3o afeta 1 em cada 3 adultos, e quase metade das pessoas com hipertens\u00e3o desconhecem essa condi\u00e7\u00e3o. Esses dados foram divulgados no \u00faltimo relat\u00f3rio da OMS (Organiza\u00e7\u00e3o Mundial da Sa\u00fade) divulgado pela OPAS (Organiza\u00e7\u00e3o Pan-Americana da Sa\u00fade) em setembro do ano passado.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">No Brasil, a realidade n\u00e3o \u00e9 diferente. Aproximadamente 24% da popula\u00e7\u00e3o tem press\u00e3o alta, segundo o relat\u00f3rio \u201cEstat\u00edstica Cardiovascular da Sociedade Brasileira de Cardiologia de 2023\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Por isso, a Empresa Brasileira de Servi\u00e7os Hospitalares (Ebserh) convidou dois especialistas para responder os mitos e verdades sobre a hipertens\u00e3o arterial: Rodrigo Aguilar, cardiologista no Hospital Universit\u00e1rio da Universidade Federal de S\u00e3o Carlos (HU-UFSCar) e Jamila Xavier, cardiologista no Hospital Universit\u00e1rio J\u00falio M\u00fcller da Universidade Federal de Mato Grosso (HUJM-UFMT). Confira abaixo.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>Basta reduzir a quantidade de sal na hora do preparo dos alimentos para evitar o aumento da press\u00e3o arterial?<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">MITO. Segundo Rodrigo Aguilar, retirar o sal da comida \u00e9 um passo importante para reduzir o consumo de s\u00f3dio, mas \u00e9 igualmente importante estar ciente de outros alimentos que tamb\u00e9m cont\u00eam s\u00f3dio, como alimentos processados, enlatados e fast-foods. Al\u00e9m de reduzir o consumo de sal, \u00e9 importante manter uma dieta equilibrada, rica em frutas, vegetais, gr\u00e3os integrais e prote\u00ednas magras para ajudar controlar a press\u00e3o arterial.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A cardiologista Jamila Xavier orienta que retirar o saleiro da mesa de refei\u00e7\u00e3o \u00e9 uma boa iniciativa, mas tamb\u00e9m s\u00e3o necess\u00e1rias outras mudan\u00e7as de h\u00e1bitos, tais como o uso de ervas, especiarias e misturas de temperos sem sal para cozinhar, diminuir ou evitar o consumo de carnes processadas (presunto, mortadela, salame), enlatados, temperos e molhos prontos, al\u00e9m de lanches industrializados (batata frita, salgadinhos). A redu\u00e7\u00e3o no consumo de sal na popula\u00e7\u00e3o brasileira continua sendo prioridade de sa\u00fade p\u00fablica, mas requer um esfor\u00e7o combinado entre ind\u00fastria de alimentos, governos nas diferentes esferas e p\u00fablico em geral, j\u00e1 que 80% do consumo de sal envolve aquele contido nos alimentos processados. Outro importante h\u00e1bito a ser incorporado na rotina \u00e9 de ler os r\u00f3tulos nutricionais dos alimentos e escolher aqueles com baixo teor de sal (cloreto de s\u00f3dio).<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>O consumo de s\u00f3dio em excesso est\u00e1 relacionado com o aumento da press\u00e3o arterial?<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">VERDADE. O cardiologista do HU-UFSCar explica que a ingest\u00e3o elevada de s\u00f3dio \u00e9 comprovadamente um fator de risco para o aumento da press\u00e3o arterial. Quando h\u00e1 excesso de s\u00f3dio na corrente sangu\u00ednea, h\u00e1 um est\u00edmulo para que haja aumento da quantidade de \u00e1gua dentro dos vasos sangu\u00edneos. Com um volume maior de sangue fluindo atrav\u00e9s de seus vasos sangu\u00edneos, a press\u00e3o arterial aumenta.&nbsp; A literatura cient\u00edfica mostra que a ingest\u00e3o de s\u00f3dio est\u00e1 associada a doen\u00e7as cardiovasculares como o infarto e o derrame cerebral, quando a ingest\u00e3o m\u00e9dia \u00e9 superior a 2g de s\u00f3dio, o equivalente a 5g de sal de cozinha por dia.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>Hipertensos devem consumir menos sal?<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">MITO. A maioria dos brasileiros deve consumir menos sal do que o habitual, n\u00e3o somente os hipertensos. A cardiologista do HUJM-UFMT explica que a quantidade de sal recomendada diariamente, tanto para indiv\u00edduos hipertensos como para a popula\u00e7\u00e3o geral, \u00e9 de 5g\/dia (ou 2g de s\u00f3dio por dia). A ingest\u00e3o m\u00e9dia de sal no Brasil \u00e9 de 9,3 g\/dia (9,63 g\/dia para homens e 9,08 g\/dia para mulheres). Ou seja, quase o dobro do recomendado.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>Estresse eleva a press\u00e3o?<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">VERDADE. Segundo o cardiologista Rodrigo Aguiar, o estresse pode ter um impacto significativo na press\u00e3o arterial. Quando uma pessoa est\u00e1 estressada, seu corpo libera horm\u00f4nios do estresse, como a adrenalina, que podem causar um aumento tempor\u00e1rio na press\u00e3o arterial. Se o estresse \u00e9 cr\u00f4nico, ou seja, persiste por um longo per\u00edodo de tempo, isso pode levar a problemas de sa\u00fade mais graves, incluindo hipertens\u00e3o arterial.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Al\u00e9m disso, o estresse tamb\u00e9m pode levar a comportamentos que aumentam o risco de press\u00e3o alta, como m\u00e1 alimenta\u00e7\u00e3o, falta de exerc\u00edcio f\u00edsico, consumo excessivo de \u00e1lcool e tabagismo. Portanto, \u00e9 importante encontrar maneiras saud\u00e1veis de lidar com o estresse, como praticar exerc\u00edcios regularmente, meditar, fazer atividades relaxantes e manter uma rede de apoio social forte. Essas medidas podem ajudar a reduzir o impacto do estresse na press\u00e3o arterial e na sa\u00fade geral.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A musicoterapia e&nbsp; medita\u00e7\u00e3o aqui entendida como a experi\u00eancia de esvaziar a mente, tornando-a livre de pensamentos mostram tend\u00eancia a diminui\u00e7\u00e3o dos n\u00edveis de press\u00e3o arterial.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A cardiologista Jamila Xavier refor\u00e7a que toda vez que epis\u00f3dios\/situa\u00e7\u00f5es de estresse ultrapassam os limites do indiv\u00edduo, seja em intensidade e\/ou dura\u00e7\u00e3o, isso \u00e9 considerado uma agress\u00e3o ao organismo e pode ter consequ\u00eancias cardiovasculares. H\u00e1, consequentemente, o est\u00edmulo do sistema nervoso simp\u00e1tico resultando em aumento da frequ\u00eancia card\u00edaca e da press\u00e3o arterial, assim como h\u00e1 o est\u00edmulo \u00e0 produ\u00e7\u00e3o de subst\u00e2ncias vasoconstritoras.&nbsp; Caso as situa\u00e7\u00f5es de estresse estiverem presente cronicamente, isso pode contribuir para o desenvolvimento da hipertens\u00e3o arterial. A magnitude da resposta ao estresse (reatividade cardiovascular) pode ter influ\u00eancia desde fatores gen\u00e9ticos como das experi\u00eancias que o paciente est\u00e1 vivendo.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>Hipertens\u00e3o na gravidez \u00e9 uma das principais causas de mortalidade materna no Brasil?<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">VERDADE. Segundo a cardiologista HUJM- UFMT Jamila Xavier, a hipertens\u00e3o \u00e9 uma condi\u00e7\u00e3o potencialmente grave durante a gravidez, visto que pode ser um sinal de insufici\u00eancia placent\u00e1ria (pr\u00e9-ecl\u00e2mpsia) e pode levar a complica\u00e7\u00f5es materno-fetais amea\u00e7adoras \u00e0 vida, tais como parto prematuro, pr\u00e9-ecl\u00e2mpsia e eclampsia \u2013 estas s\u00e3o as principais causas de mortalidade materna no Brasil.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O cardiologista do HU-UFSCar refor\u00e7a que a pr\u00e9-ecl\u00e2mpsia pode levar a complica\u00e7\u00f5es graves, como danos aos \u00f3rg\u00e3os, parto prematuro e restri\u00e7\u00e3o do crescimento fetal. Portanto, \u00e9 importante que as mulheres gr\u00e1vidas monitorem sua press\u00e3o arterial regularmente e recebam cuidados m\u00e9dicos adequados para prevenir e gerenciar a hipertens\u00e3o durante a gravidez.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>Consumo de \u00e1lcool pode levar a hipertens\u00e3o arterial cr\u00f4nica?<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">VERDADE. Segundo o cardiologista Rodrigo Santos o \u00e1lcool \u00e9 conhecido por aumentar temporariamente a press\u00e3o arterial, e o consumo cr\u00f4nico e excessivo pode levar a hipertens\u00e3o arterial cr\u00f4nica.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">H\u00e1 maior ocorr\u00eancia de hipertens\u00e3o ou eleva\u00e7\u00e3o dos n\u00edveis de press\u00e3o arterial naqueles que ingerem seis ou mais doses ao dia, o equivalente a 30g de \u00e1lcool\/dia = 1 garrafa de cerveja (5% de \u00e1lcool, 600 mL); = 2 ta\u00e7as de vinho (12% de \u00e1lcool, 250 mL); = 1 dose (42% de \u00e1lcool, 60 mL) de destilados (u\u00edsque, vodca, aguardente). Esse limite deve ser reduzido \u00e0 metade para homens de baixo peso e mulheres.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>A hipertens\u00e3o n\u00e3o apresenta sintomas e, por isso, \u00e9 dif\u00edcil de diagnosticar?<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">VERDADE. Segundo o cardiologista Rodrigo Aguilar, a hipertens\u00e3o arterial \u00e9 frequentemente chamada de &#8220;assassina silenciosa&#8221; porque, na maioria dos casos, n\u00e3o apresenta sintomas \u00f3bvios. Muitas pessoas com hipertens\u00e3o n\u00e3o percebem que t\u00eam a condi\u00e7\u00e3o at\u00e9 que sejam diagnosticadas durante um exame m\u00e9dico de rotina ou at\u00e9 que ocorram complica\u00e7\u00f5es relacionadas. Quando os sintomas est\u00e3o presentes, eles podem incluir: dores de cabe\u00e7a, tontura, falta de ar, vis\u00e3o emba\u00e7ada, sangramento nasal, fadiga e zumbido nos ouvidos.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A cardiologista Jamila Xavier lamenta que \u00e9 muito dif\u00edcil a hipertens\u00e3o apresentar sintomas: \u201cEste \u00e9 o perigo da doen\u00e7a, ela \u00e9 silenciosa. Quando os sintomas aparecem, principalmente de forma aguda, pode ser tarde demais, pois podemos estar diante de quadros amea\u00e7adores \u00e0 vida, como infarto e derrame, por exemplo\u201d.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>Quem tem press\u00e3o alta tem mais risco de apresentar doen\u00e7as?<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">VERDADE. Segundo a cardiologista do HUJM- UFMT, o paciente hipertenso tem maior risco de ter doen\u00e7as card\u00edacas, cerebrais e renais. Apresentam, tamb\u00e9m, at\u00e9 quatro vezes mais chances de apresentar doen\u00e7as ateroscler\u00f3ticas (placas de gordura), como o infarto e o derrame.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O cardiologista Rodrigo Aguilar refor\u00e7a que a hipertens\u00e3o arterial, se n\u00e3o controlada adequadamente, \u00e9 um fator de risco significativo para uma s\u00e9rie de condi\u00e7\u00f5es m\u00e9dicas graves. Alguns dos riscos associados \u00e0 press\u00e3o arterial elevada incluem doen\u00e7as cardiovasculares, como: infarto, insufici\u00eancia card\u00edaca e derrame cerebral; doen\u00e7a renal cr\u00f4nica, perda da fun\u00e7\u00e3o dos rins com risco de hemodi\u00e1lise; problemas oculares, com risco de comprometimento da vis\u00e3o; e complica\u00e7\u00f5es durante a gesta\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>Apenas pessoas mais velhas podem ter hipertens\u00e3o?<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">MITO. Segundo o cardiologista Rodrigo Aguilar, embora a hipertens\u00e3o seja mais comum em adultos mais velhos, ela pode ocorrer em pessoas de todas as idades, incluindo crian\u00e7as e jovens adultos. Fatores de risco para hipertens\u00e3o incluem hist\u00f3rico familiar da condi\u00e7\u00e3o, excesso de peso, falta de atividade f\u00edsica, consumo excessivo de \u00e1lcool, tabagismo, estresse cr\u00f4nico e dieta pouco saud\u00e1vel. \u00c9 importante que pessoas de todas as idades monitorem regularmente sua press\u00e3o arterial e adotem um estilo de vida saud\u00e1vel para prevenir ou controlar a hipertens\u00e3o. Aguilar lamenta: \u201cHipertens\u00e3o \u00e9 a doen\u00e7a cr\u00f4nica mais comum entre brasileiros. Estima-se que 38 milh\u00f5es tenham press\u00e3o alta &#8211; ou cerca de 32% dos adultos. Entre os idosos, a situa\u00e7\u00e3o \u00e9 mais cr\u00edtica: em torno de 60% t\u00eam hipertens\u00e3o. Como a popula\u00e7\u00e3o idosa no Brasil deve crescer nos pr\u00f3ximos anos, a incid\u00eancia da doen\u00e7a deve aumentar junto\u201d.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>Hipertens\u00e3o tem cura?<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">VERDADE. Apesar de ser mais incomum, a cardiologista Jamila Xavier revela que em 5% dos casos, a press\u00e3o alta \u00e9 sinal de alguma outra doen\u00e7a e, nesses casos espec\u00edficos, \u00e9 chamado de hipertens\u00e3o secund\u00e1ria. A depender da causa, podem ser condi\u00e7\u00f5es que apresentem cura se tratadas adequadamente, reestabelecendo os n\u00edveis normais de press\u00e3o do paciente. J\u00e1 em 95% dos casos a hipertens\u00e3o \u00e9 uma doen\u00e7a cr\u00f4nica, de longa dura\u00e7\u00e3o, e sua cura \u00e9 muito dif\u00edcil.&nbsp; Pode ocorrer em situa\u00e7\u00f5es em que o paciente conquiste uma mudan\u00e7a radical no seu estilo de vida, com h\u00e1bitos alimentares e f\u00edsicos saud\u00e1veis, ou mesmo aqueles que s\u00e3o submetidos a cirurgia bari\u00e1trica e conseguem, atrav\u00e9s da perda importante de peso, controlar seus n\u00edveis press\u00f3ricos. Infelizmente, na maioria dos casos, a cura n\u00e3o \u00e9 poss\u00edvel e o controle dos n\u00edveis de press\u00e3o arterial depender\u00e1 do uso correto de medica\u00e7\u00f5es anti-hipertensivas e de h\u00e1bitos saud\u00e1veis de vida.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O cardiologista HU-UFSCar refor\u00e7a que apesar de geralmente n\u00e3o apresentar cura, a hipertens\u00e3o pode ser controlada eficazmente com mudan\u00e7as no estilo de vida e, se necess\u00e1rio, medica\u00e7\u00e3o. As mudan\u00e7as no estilo de vida que podem ajudar a controlar a press\u00e3o arterial incluem: dieta saud\u00e1vel, exerc\u00edcio f\u00edsico regular, manuten\u00e7\u00e3o de um peso saud\u00e1vel, limita\u00e7\u00e3o do consumo de \u00e1lcool e parar de fumar. O objetivo do tratamento \u00e9 manter a press\u00e3o arterial dentro de faixas saud\u00e1veis para reduzir o risco de complica\u00e7\u00f5es relacionadas \u00e0 hipertens\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-right wp-block-paragraph\"><em>Fonte: <a href=\"https:\/\/www.ufmt.br\/noticias\/10-mitos-e-verdades-sobre-a-hipertenso-1714141608#top_page\">https:\/\/www.ufmt.br<\/a><\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Mundialmente a hipertens\u00e3o afeta 1 em cada 3 adultos, e quase metade das pessoas com hipertens\u00e3o desconhecem essa condi\u00e7\u00e3o. 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