Designers promovem a expansão da identidade visual da UFRRJ

Quem lê as notícias produzidas em nossos canais de comunicação e tem contato com materiais institucionais como cartazes de eventos e banners já reparou: a Rural está de cara nova! A identidade visual da Universidade vem mudando, tornando-se mais moderna e adaptada aos diferentes usos dentro da comunidade universitária.

Não é difícil perceber pelos corredores, no site e nas redes sociais da UFRRJ o belo elemento gráfico inspirado nos arcos ruralinos, composto de círculos e semicírculos que dão origem a uma infinidade de outros ícones.

Além desse novo elemento gráfico adicionado à marca, o grupo de profissionais designers da instituição trouxe uma série de iniciativas que marca a expansão da identidade visual da UFRRJ. Entre elas, a ampliação da paleta de cores de apoio e a inserção da cor branca, ao lado das cores azul, verde e amarelo, como cor principal. Agora o grupo discute a ideia de criação de um manual da marca para facilitar a adesão da comunidade acadêmica a essas mudanças.

Algumas regras serão rígidas; por exemplo, em relação ao uso da própria marca, que não pode ser alterada ou utilizada para fazer outra. Com o manual vamos dar orientações sobre os símbolos dos diferentes setores dentro da instituição, porque ainda é comum o uso indiscriminado de nossa marca. As pessoas criam de forma arbitrária, não vemos uma unidade, e até mesmo usam nosso símbolo de forma errada, aplicando cores que não existem na paleta”, explica Patrícia Perez, designer lotada na Coordenadoria de Comunicação Social (CCS) e com mais tempo de casa.

Patrícia explica que, ao tomar posse, em 2014, a renovação da identidade visual da UFRRJ já era uma intenção da CCS, algo que só se tornou viável com a chegada de mais quatro colegas que hoje compõem o quadro de profissionais da área de comunicação visual da instituição. No final de 2018, o projeto finalmente começou a dar frutos e o grupo apresentou seus primeiros resultados e propostas à Reitoria.

Lotada na Imprensa Universitária, que atende às demandas de produção e impressão gráfica de boa parte dos estudantes e docentes, Juliana Afonso conta que, antes da formação do grupo de trabalho dos designers, ela já conduzia projetos isolados. “Como não tínhamos essa estrutura da identidade visual, criávamos um visual independente para cada projeto que surgia. Agora já conseguimos direcionar nosso trabalho para uma unidade e as pessoas vêm aceitando bem. Antes elas criavam seu material conforme conseguiam, pois havia uma carência muito grande de comunicadores visuais”, explica Juliana, que traz o exemplo de setores como a Divisão de Atenção à Saúde do Trabalhador (Dast), que vem demandando projetos e contando com o apoio dos designers da Rural em vez de tentar criar por conta própria.

Samuel Coelho, servidor da UFRRJ desde 2018, também lotado na Imprensa, ressalta a importância dessa iniciativa: “É a questão de você poder ver a Universidade e seus setores tendo uma unidade. É bastante estimulante ver uma identidade sendo formada. As pessoas veem um material e identificam que aquilo é da Rural, porque os elementos e as cores e a forma de fazer mantêm essa unidade. Hoje, mesmo que você faça algo para a Veterinária e para a Zootecnia, elas têm elementos em comum”.

Alexandre Souto, lotado na CCS, lembra a importância da comunidade universitária tomar conhecimento desse grupo de profissionais: “A partir dessa identidade visual, podemos mostrar nosso trabalho, permitindo também que mais pessoas nos procurem para projetos visuais”.

O elemento gráfico

Os designers são unânimes em afirmar que o elemento gráfico adicionado à identidade visual é a “cereja do bolo”. Luciano Skorianez, mais um servidor lotado na Imprensa, explica como foi o processo criativo: “O projeto de identidade visual já estava sendo trabalhado pela Patricia com uma linha gráfica que utilizava círculos. Então trabalhei com seções de círculos – juntei vários círculos e comecei a cortá-los. Foram surgindo elementos com os quais você pode criar uma série de formas, tanto formas figurativas, como a joaninha, como formas abstratas, que remetem a folhagens, bolhas, formas orgânicas… Isso de você criar todo tipo de forma de maneira orgânica tem tudo a ver com a instituição”.

Com a concretização do manual da marca, a intenção do grupo é avançar para a criação de um site no qual os usuários poderão baixar modelos prontos já com esses elementos, tendo autonomia para inseri-los em apresentações, cartões de visitas e outros itens de papelaria. A ideia também é promover workshops e palestras apresentando as boas práticas, mostrando como utilizar o manual e como pedir ajuda ao grupo de trabalho. No futuro, o grupo tem a proposta de sinalização da Universidade, onde os institutos e vários setores da instituição teriam seus próprios ícones.

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